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O SC Espinho foi uma das 59 equipas que já marcaram presença no Campeonato Nacional, desde que é disputado no atual formato. Os Tigres marcaram presença nas duas primeiras edições com um sucesso assinalável.

A primeira edição do Campeonato Nacional com o formato da Divisão Elite e Divisão Nacional decorreu em 2015. Ano em que o Mundial FIFA foi disputado em Espinho com o desfecho que todos nós sabemos. Nesse mesmo ano o clube da cidade marcou presença no Campeonato Nacional, disputando a Zona Norte da Divisão Nacional. Uma presença que apenas foi repetida na temporada seguinte.

A equipa espinhense foi composta por atletas da casa e com ligações ao clube. Em ano de estreia os Tigres fizeram uma prova quase perfeita. Terminaram na terceira posição, atrás do Varzim SC que venceu o grupo da Zona Norte e do Âncora Praia FC, sem conseguir o acesso à fase final da prova. Nessa primeira fase, onde realizaram oito jogos, perderam apenas dois, diante do Varzim SC e AD Esposende, ambos com o resultado a terminar em 3-2 a favor do adversário. As seis vitórias foram construídas com uma média de 6 golos por partida. No total terminaram a sua primeira presença com 17 pontos, 42 golos marcados e 25 golos sofridos.

Na época seguinte o SC Espinho voltou a disputar a Divisão Nacional inserido de novo no grupo da Zona Norte. Se em ano de estreia os resultados surpreenderam, um ano depois a equipa melhorou o seu registo. Terminaram na primeira posição depois de vencerem todos os desafios, somando assim 18 pontos. Marcaram por 45 vezes (uma média superior a 7 golos por jogo) e sofreram 27.

Com a vitória no seu grupo avançaram para a próxima fase da prova. Nos quartos de final defrontaram a formação do CD Nacional, equipa que viria a ganhar a Divisão Nacional, onde perderam por 6-4. Com esta derrota o SC Espinho foi eliminado da prova.

Duas presenças que certamente deixaram satisfeitos os responsáveis do projeto espinhense que desde de então, não mais marcaram presença no Campeonato Nacional. Não conhecemos as razões para esta ausência mas uma terra de praia e com ligações históricas ao Futebol de Praia nacional merecia voltar a ter o seu clube a competir na nossa modalidade.

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